Caixa inicia ampliação para 6 meses da pausa nas prestações da casa própria; veja como pedir

Caixa inicia ampliação para 6 meses da pausa nas prestações da casa própria; veja como pedir

Nesta segunda dia 27, a Caixa anunciou a ampliação da pausa nas prestações da casa própria, sendo que o novo prazo é de seis meses. Devido a pandemia do coronavírus que assola o país e traz graves prejuízos a área econômica e financeira o governo e alguns bancos como a CAIXA, têm criado medidas para tentar amenizar os efeitos negativos do vírus. O coronavírus é um vírus que atingiu a economia em escala mundial e trouxe alguns problemas como desemprego, queda de investimentos com a bolsa e a poupança.

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A Caixa tinha tomado a primeira medida com objetivo de amenizar o lado financeiro das pessoas atingidas pela pandemia no dia 9 de março, quando ocorreu a primeira medida onde o banco anunciou que a pausa seria de dois meses nas prestações da casa própria, no dia 9 de abril os contratos foram pausados por 3 meses e a partir do dia 14 congelados por 120 dias. Agora os novos prazos são de 6 meses, oferecendo também a possibilidade de renegociação.

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A diferença das medidas anteriores é que agora o cliente precisa avisar ao banco do interesse, seja por telefone ou app, não é feito automaticamente.

Como a pausa nas prestações

Os telefones de contato são:

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3004-1105 e o 0800 726 0505, basta que a pessoa ligue para o número tecle a opção opção 7 e ofereça os dados pedidos e demonstre interesse na pausa das prestações.

Outro meio é através do app: Android nota 4,2 e IOS nota 3,4, basta baixar o app no seu celular e clicar na opção para informar interesse na pausa e oferecer os dados solicitados como: nome, CPF, RG, endereço, número conta e dados sobre as prestações. A maioria das pessoas tem feito a solicitação online, cerca de 87% das solicitações já feitas foram através do app.

Existem também a opção de renegociação de contrato, sendo que basta a pessoa ligar para o número 0800 726 8068, e ao ligar clicar na opção 2 – 4, demonstrar interesse de renegociar as parcelas. Ao todo, foram 2,4 milhões de contratos e R$ 8,6 bilhões em parcelas pausadas. E a previsão é de que esses números aumentem ainda mais.